TEXTO ÁUREO
“E Simeão os abençoou” (Lc 2.34a)
José e Maria pegaram o bebê Jesus no colo e o levaram à Casa do Papai do Céu, onde Simeão e Ana ficaram felizes de conhecê-lo e agradeceram a Deus. A lição dá ao bebê um gesto e uma frase — ninar no colo e "Olha o bebê Jesus! Que lindo!" — e explica aos pais por que apresentar a criança não é batizá-la.
Hoje entra na sala um bebê. Não um bebê qualquer: o bebê Jesus. José e Maria pegaram Jesus no colo e levaram Ele à Casa do Papai do Céu para uma oração especial, e lá dois amigos, Simeão e Ana, ficaram muito felizes de conhecer Ele e agradeceram ao Papai do Céu. O gesto da semana é ninar no colo: os bracinhos cruzados, balançando pra lá e pra cá. A frase da semana: "Olha o bebê Jesus! Que lindo!" Uma ideia só, do começo ao fim: Jesus foi bebê, foi levado à Casa do Papai do Céu, e hoje você também está aqui.
A história está em Lucas 2.25-38. Leia em casa com calma, e leia também os versículos de antes (Lc 2.21-24), para ver a cena inteira. Passado o tempo que a lei marcava depois do parto (Lv 12), "cumprindo-se os dias da purificação dela, segundo a lei de Moisés, o levaram a Jerusalém, para o apresentarem ao Senhor" (Lc 2.22). No templo estava um homem "cujo nome era Simeão; e este homem era justo e temente a Deus, esperando a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele" (Lc 2.25). Quando viu o menino, "Ele, então, o tomou em seus braços, e louvou a Deus" (Lc 2.28).
Um cuidado antes de preparar a sala. A leitura desta lição tem uma profecia dura: o menino seria "posto para queda e elevação de muitos em Israel, e para sinal que é contraditado" (Lc 2.34), e a Maria foi dito que "uma espada traspassará também a tua própria alma" (Lc 2.35). Tem também Simeão pedindo para partir em paz (Lc 2.29), a viuvez de Ana (Lc 2.37) e o sacrifício das rolas (Lc 2.24). Tudo isso é para você ler, entender e adorar a Deus. Nada disso entra na fala para o bebê. Para ele, a história tem três frases: o Papai do Céu mandou Jesus, que nasceu bebezinho; José e Maria levaram o bebê Jesus à Casa do Papai do Céu; e Simeão e Ana ficaram muito felizes de conhecer Ele.
E um cuidado com as famílias. Nem toda criança da turma tem pai e mãe presentes: há quem venha com a avó, com a tia, com a família que a adotou, com a mãe sozinha. E nem toda criança foi apresentada na igreja. Na sala, ninguém pergunta, ninguém compara, e a fala é sempre "quem ama você trouxe você". O bebê que chegou hoje no colo de alguém está exatamente onde Jesus esteve: na Casa do Papai do Céu, sendo recebido com alegria.
Este é o nono domingo do trimestre Vamos Conhecer a Casa de Deus. A turma já louvou na presença do Papai do Céu, levou presentes para a Casa dEle, viu que Ele cuida dela, conheceu o menino Samuel e o rei que fez uma casa para o Papai do Céu, aprendeu que na Casa dEle a gente é feliz e ora, e na semana passada ouviu o rei Josias ler a Bíblia. Hoje descobre que o próprio Jesus, bebezinho, foi levado à Casa de Deus.
Como sempre, criança de 0 a 2 anos não assiste aula: ela alterna, em ciclos de cinco a dez minutos. A revista pede um boneco que represente o bebê Jesus, uma coroa de EVA dourado e uma atividade de enfeitar a coroa com pedacinhos de EVA e cola. Dá para fazer quase tudo — com alguns ajustes de segurança, explicados adiante, cada um no seu momento.
I — Boas-vindas, a turminha e o louvor
A revista abre com uma palavra de fé e de gratidão para a professora: quantas vezes, na sua caminhada com os pequeninos, você precisou exercitar a fé, e quantas vezes rendeu graças pelos favores recebidos? Ela lembra dois versículos com outras palavras. Na Almeida Corrigida Fiel eles dizem: "Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam" (Hb 11.6) e "Louvai ao SENHOR, porque é bom; pois a sua benignidade dura perpetuamente" (1 Cr 16.34). É o seu devocional, não o versículo da criança. E repare que ele combina com a lição: Simeão esperou pela fé, e Ana dava graças. Fé e gratidão estavam no templo naquele dia, esperando um bebê.
A orientação sobre a turminha toca num ponto delicado: no meio do trimestre, é comum alguma criança faltar por uma ou mais aulas. A revista pede que você perceba a falta e procure saber dos responsáveis o motivo, porque esse cuidado mostra à família o quanto a equipe ama cada pequenino. E sugere mandar, num envelope, a atividade dos domingos em que a criança faltou, com um bilhetinho carinhoso dizendo que a turminha está com saudade. Faça isso do jeito certo: o recado é de saudade, nunca de cobrança. Nada de "por que ele não veio?" na frente de outras famílias, nada de lista de faltas na parede. Simeão e Ana ficaram felizes com a chegada de um bebê; a sua turma também fica — e quem volta depois de semanas é recebido com a mesma festa de quem nunca faltou.
A lista de materiais. A revista pede um boneco, EVA dourado, EVA de cores variadas, cola e tesoura. A tesoura, a cola e as sobras de EVA são material de preparo da professora: a coroa fica pronta em casa, e o que sobrar é guardado fora do alcance das crianças antes da primeira família chegar. O boneco precisa ser de pano, macio e lavável, com olhos e boca bordados — nada de botão, olho de plástico, chupeta presa ou laço que se solta. A regra de bolso do trimestre vale para tudo o que vai para a sala: se o objeto passa inteiro por dentro de um rolo de papel higiênico vazio, ele não entra no berçário.
Para as boas-vindas, a revista fala de ambiente: limpeza, boa ventilação e luz adequada fazem o ensino render mais, e isso não é tarefa só dos funcionários da igreja. Cuide dos produtos de limpeza dos móveis e dos objetos dos bebês, evite cheiro forte, termine com álcool sem perfume e, se usar pelúcias, lave-as na máquina toda semana. Nesta lição isso pesa em dobro: o boneco vai passar de colo em colo e de boca em boca. Lave antes do domingo e separe um lugar para ele depois da aula, longe das coisas limpas. Faça também a vistoria antes de abrir a porta: tomada tampada, quina protegida, nada pequeno no chão. Receba cada bebê abaixada, na altura dele, e chame pelo nome: "A paz do Senhor, (nome)! Que alegria você chegar na Casa do Papai do Céu!" E a regra de sempre: dois adultos na sala, porta aberta ou visor.
O louvor é "O bebê vai à igreja", do Livro de Cânticos do Berçário que a revista indica. A letra conta a lição inteira: o bebê vai ao templo, vai muito feliz, e eu também quero ir. Cante com os braços cruzados, ninando um bebê imaginário, e no "eu também quero ir" aponte para cada criança. Repita quantas vezes a turma quiser.
II — O versículo: o bebê Jesus e a bênção de Simeão
A revista traz o versículo num recorte com outras palavras: "[...] Este menino foi escolhido por Deus [...]" (Lucas 2.34). Essas palavras são de outra tradução, cortadas no meio da frase. Na Bíblia que os pais têm em casa, o versículo inteiro é este: "E Simeão os abençoou, e disse a Maria, sua mãe: Eis que este é posto para queda e elevação de muitos em Israel, e para sinal que é contraditado" (Lc 2.34). Para a criança, ficamos só com o começo, que é a bênção: "E Simeão os abençoou" (Lc 2.34a). Recite essa, bem devagar, ninando os braços, e depois diga do jeito da criança: "Simeão falou coisa bonita para a família do bebê Jesus!"
Por que cortar ali? Porque o resto do versículo é para gente grande. "Queda e elevação de muitos" quer dizer que, diante de Jesus, ninguém fica neutro: uns o recebem e se levantam, outros o rejeitam e tropeçam. "Sinal que é contraditado" anuncia que Ele seria rejeitado e falado contra. E o versículo seguinte anuncia uma dor que atravessaria a alma de Maria (Lc 2.35) — muitos a veem cumprida quando ela ficou junto à cruz do Filho (Jo 19.25). É verdade bíblica, e é sua para estudar e adorar. Para o bebê, não: queda, contradição e espada não cabem na cabeça de quem tem um ano. A bênção cabe.
E a frase da revista, "este menino foi escolhido por Deus", diz algo verdadeiro sobre Jesus: Ele é o Filho que o Pai enviou, o Salvador prometido. Use a ideia na fala, como a revista orienta — "o bebê Jesus foi escolhido por Deus para ser o Salvador" —, mas sem apresentá-la como o versículo. O versículo, na letra da Bíblia, é o da bênção.
אב No original — grego. "Abençoou" traduz eulogeō, que quer dizer, ao pé da letra, "falar bem". Lucas usa a mesma palavra poucos versos antes, quando Simeão pega o menino e "louvou a Deus" (Lc 2.28). Simeão falou bem de Deus, e depois falou bem sobre a família. Abençoar, para o bebê, é isso: falar coisa bonita, com voz mansa, pedindo o bem de Deus para alguém.
Com os bebês. Como a revista orienta, leve o boneco que representa o menino Jesus, recite o versículo com calma, mostre o boneco e pergunte: "Crianças, vocês sabem quem é este bebê?" Espere qualquer reação — um olhar, um sorriso, a mãozinha esticada. Chegue perto e diga, com entusiasmo: "Esse bebê representa o menino Jesus! Sabiam que Ele é um Rei?" Então acalente o boneco no colo e diga: "Jesus é o Filho de Deus. Ele nasceu como um bebezinho."
Com as crianças de 1 e 2 anos. A revista pede que você comece dizendo: "Crianças, o bebê Jesus foi escolhido por Deus para ser o Salvador." Depois coloque a coroa na cabeça do boneco: "Olhem! Ele tem uma coroa porque é o maior de todos os reis."
A coroa. Faça em casa, de EVA dourado, numa peça só, grande, sem pontas duras, sem pedrinha, sem strass, sem glitter solto. Se quiser brilho, use EVA que já vem com glitter de fábrica e passe a mão para ver se não está soltando pó. A coroa é da professora: ela entra e sai da cabeça do boneco na sua mão. Quando o boneco for passar para as crianças, a coroa fica com você — EVA se morde com facilidade, e pedaço mordido vira pedaço na boca.
❤ Para o coração da criança. Esse bebê é Jesus. O Papai do Céu mandou Jesus, e Simeão falou coisa bonita para a família dEle. Olha o bebê Jesus! Que lindo!
III — A história, a oração, o lanche, a brincadeira e as atividades
A revista pede que você leia Lucas 2.25-38 com atenção e ore pela turminha enquanto prepara a aula. Leia devagar, porque a cena é maior do que parece. Simeão não estava no templo por acaso: "fora-lhe revelado, pelo Espírito Santo, que ele não morreria antes de ter visto o Cristo do Senhor. E pelo Espírito foi ao templo" (Lc 2.26-27). Ele pegou o bebê nos braços e disse a Deus: "Pois já os meus olhos viram a tua salvação" (Lc 2.30) — e chamou aquele menino de "Luz para iluminar as nações, e para glória de teu povo Israel" (Lc 2.32). José e Maria "se maravilharam das coisas que dele se diziam" (Lc 2.33). Logo depois chegou Ana, a profetisa, que "dava graças a Deus, e falava dele a todos os que esperavam a redenção em Jerusalém" (Lc 2.38).
Guarde isso no coração antes de entrar na sala: Simeão não viu só um bebê bonito; viu a salvação de Deus no colo. E repare em quem guiou tudo: o Espírito Santo, três vezes citado em três versículos (Lc 2.25-27). O mesmo Espírito que mostrou Jesus a Simeão é o que mostra Jesus hoje, na Casa de Deus, a quem chega — do maior ao menor.
🏛 Curiosidade. A revista diz "igreja"; Lucas diz "templo". José e Maria levaram Jesus ao templo de Jerusalém, para cumprir o que a lei mandava fazer com o primeiro filho homem (Lc 2.23; Êx 13.2). A palavra "igreja" na fala é de propósito: é o nome que o bebê conhece para a Casa do Papai do Céu, e liga a história à sala onde ele está. Você sabe a diferença; ele aprende que Jesus também foi levado à Casa de Deus.
Separe as figuras da história e o boneco, prepare a turminha e conte assim:
"Olha, criançada! (Aponte para o céu.) Há muito tempo, o Papai do Céu enviou o Filho dEle, Jesus. Je-sus! Ele nasceu como um bebezinho bem pequeno, assim como vocês. (Mostre a figura 9.1 e junte as mãos bem pertinho, mostrando o tamanho de um bebê.) Olha as mãozinhas dele, olha os pezinhos!
(Mostre a figura 9.2.) José e Maria eram o papai e a mamãe do bebê Jesus. Eles amavam o bebê Jesus e cuidavam dele todos os dias. Davam comidinha, davam banho e ninavam assim, ó. (Cruze os braços e nine.) Pra lá... e pra cá...
(Mostre a figura 9.3.) Um dia, José e Maria levaram o bebê Jesus na igreja, na Casa do Papai do Céu, para fazer uma oração especial. E lá eles encontraram dois amigos: Simeão (levante um dedo) e Ana (levante outro dedo)! Simeão pegou o bebê Jesus no colo. (Nine de novo.) E os dois ficaram muito felizes e agradeceram ao Papai do Céu por conhecer o bebê Jesus. Todo mundo louvou ao Papai do Céu! (Bata palminhas.)
(Pegue o boneco no colo.) Olha o bebê Jesus! Que lindo! Esse bebê é Jesus, o Salvador. Ele cresceu, morreu por você e ressuscitou. Jesus ama você!"
Para fechar, como a revista orienta, deixe cada criança segurar o boneco — sem coroa, com um adulto do lado — e diga, enquanto elas interagem: "Até hoje as famílias trazem os seus bebês para a igreja, e isso é muito especial. Todo mundo fica feliz quando os bebês chegam na igreja!" E complete, olhando cada um: "Quem ama você trouxe você hoje. Que alegria você estar aqui!" Ninguém é obrigado a pegar o boneco: o bebê que só olha também está participando.
O que não entra nesta história. A queda e a elevação de muitos; o sinal contraditado; a espada na alma de Maria; Simeão pedindo para partir em paz; a viuvez e a idade de Ana; o sacrifício das rolas e dos pombinhos; Herodes e a fuga para o Egito. Nada de "Jesus ia sofrer", nada de cara triste. Simeão e Ana são, para o bebê, só "dois amigos que ficaram felizes de conhecer o bebê Jesus". Uma ideia só: Jesus foi bebê, foi levado à Casa do Papai do Céu, e todo mundo ficou feliz.
🕊 A nossa leitura. Quando a fala diz "até hoje as famílias trazem seus bebês para a igreja", muitos pais vão lembrar da apresentação de crianças. Vale deixar claro, se alguém perguntar: na Assembleia de Deus a criança é apresentada e consagrada ao Senhor — a família a leva à frente, o pastor ora, a igreja agradece —, seguindo o exemplo de Jesus, que tomou as crianças "nos seus braços, e impondo-lhes as mãos, os abençoou" (Mc 10.16). Apresentação não é batismo e não salva o bebê. O batismo é por imersão, de quem já crê: "Quem crer e for batizado será salvo" (Mc 16.16a). E a salvação é sempre em Cristo: "pela graça sois salvos, por meio da fé" (Ef 2.8). A criança que ainda não foi apresentada não é menos amada por Deus nem menos bem-vinda na sala; se a família quiser apresentá-la, é só conversar com o pastor, em qualquer idade.
Oração. A oração da revista é curta e bonita: "Papai do Céu, obrigado porque o bebê Jesus nasceu. Por favor, abençoe todos os bebês da igreja. Em nome de Jesus, amém!" Diga devagar, em partes, com as mãos juntas na frente do peito, e deixe as crianças repetirem o que conseguirem. No "abençoe todos os bebês", olhe para cada um. Com bebê, o olho às vezes fica aberto — e ele está orando igual.
Lanche. A revista pede que você prepare a turminha para esse momento, crie um clima leve, ofereça opções saudáveis e convoque a equipe para redobrar a atenção até cada criança terminar. Some a isso os cuidados de sempre: confirme com a família as alergias e o que a criança já come; alimento macio, em pedaço que a criança consegue amassar com a gengiva; nada redondo inteiro, como uva e tomate-cereja, e nada de pipoca nem bala; criança come sentada, nunca andando ou deitada, com um adulto do lado o tempo todo; ninguém é forçado a comer, e ninguém prova do pote do colega. Ore antes: "Papai do Céu, obrigado pelo lanche. Amém!"
Brincadeira. A revista pede que você entregue o boneco para as crianças brincarem e interagirem entre si, dizendo que ele representa o bebê Jesus e que elas podem abraçá-lo, e incentivando todos a participar. Sente no tapete com a turma em roda, as auxiliares na roda também, e faça o boneco "visitar" cada criança: "O bebê Jesus veio ver a (nome)! Quer ninar?" Cante baixinho o louvor enquanto ele passa. Duas coisas para preparar antes. Um boneco só, para dez bebês, é briga na certa — leve um segundo boneco de pano ou uma naninha macia, para ninguém ficar esperando de mão vazia. E quando duas crianças quiserem o boneco ao mesmo tempo, quem resolve é o adulto, com calma: oferece o outro boneco, distrai com o cântico, devolve a vez. Nessa idade não se força "empresta para o amiguinho", e ninguém leva bronca por segurar com força.
Atividade com os bebês. Como a revista orienta, diga que Jesus ama todas as crianças e cuida delas. Chame-as para abraçar o boneco e diga: "Todos ficam felizes quando as famílias trazem os bebês para a igreja." Quem não quiser abraçar, não abraça: pode tocar a mantinha, pode só olhar, pode abraçar a professora.
Atividade com as crianças de 1 e 2 anos. A revista pede pedacinhos de EVA colorido, de preferência com glitter, e cola, para as crianças enfeitarem a coroa de Jesus: "Jesus foi um bebê enviado pelo Papai do Céu para ser o nosso Rei Salvador. Vamos enfeitar a coroa de Jesus!" A ideia é ótima; o material precisa de ajuste, porque pedacinho de EVA é exatamente o tamanho de engasgo e glitter solto vai para os olhos e para a boca. Faça assim:
- Recorte em casa uma coroa grande de cartolina para cada criança e prenda na mesa com fita larga nos quatro lados — folha solta vira bolinha na boca.
- No lugar dos pedacinhos, recorte formas grandes de EVA (círculos, estrelas, corações), cada uma maior que a palma da mão de um adulto — se passar pelo rolo de papel higiênico, não serve.
- A cola fica na mão da professora: ela põe um ponto de cola branca atóxica na coroa, e a criança aperta a forma em cima. Bate a mãozinha, aperta, comemora.
- Brilho, só se o EVA já vier com glitter de fábrica e não soltar pó. Nada de glitter, lantejoula ou pedrinha avulsa na sala.
Enquanto enfeitam, diga: "Que coroa linda! Jesus é o Rei. Jesus ama você!" Forma torta vale, forma amontoada vale, e ninguém compara coroa com coroa. A coroa vai para casa só depois de a cola secar, com as formas bem presas; a que estiver soltando, você reforça antes de entregar. E a criança que faltou recebe a dela no envelope com o bilhetinho, como a revista sugere.
Você sabia? A revista fecha com uma orientação para a professora: na primeira infância é comum haver ciúme e briga entre os pequenos. Em casa, na escola ou na igreja, a criança pequena mostra do jeito dela o descontentamento, o medo, a decepção e a raiva; o cérebro ainda está em formação, e ela ainda não consegue controlar o que sente. Por isso, qualquer desentendimento pode virar choro forte. O importante, diz a revista, é manter a calma, mostrar compreensão e empatia e agir com sabedoria e paciência, lembrando o que a criança consegue entender. A sua postura calma é a aula: ela aprende a se acalmar olhando você. Nesta lição, com um boneco disputado, você vai precisar disso.
Despedida. Entregue cada criança só a quem a trouxe ou a quem a família autorizou, nunca a um conhecido de passagem. Na porta, ensine a cada família o gesto e a frase da semana e combine a Lição de Casa. E diga a cada um, pelo nome, a frase da história: "Que alegria você ter vindo à Casa do Papai do Céu!" Na próxima aula, Jesus volta à Casa do Papai do Céu, um pouquinho maior.
Cristo na lição
Simeão pegou o bebê nos braços e não disse "que menino bonito". Disse: "Pois já os meus olhos viram a tua salvação" (Lc 2.30). A salvação de Deus tinha nome, rosto e tamanho de bebê. O anjo já tinha dito aos pastores: "Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor" (Lc 2.11). E o nome do menino dizia a mesma coisa: "chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados" (Mt 1.21).
Por isso a apresentação de Jesus não é só uma cena de família. "Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei" (Gl 4.4). O Filho de Deus entrou no templo no colo da mãe, cumprindo a lei que o povo não conseguia cumprir, para resgatar os que estavam debaixo dela. Ana entendeu: ela "dava graças a Deus, e falava dele a todos os que esperavam a redenção em Jerusalém" (Lc 2.38). E aquele bebê cresceu e cumpriu o que veio fazer: "que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras" (1 Co 15.3b-4).
E tem um detalhe lindo. No templo, foi Simeão quem tomou Jesus nos braços (Lc 2.28). Anos depois, foi Jesus quem tomou as crianças nos braços. Quando os discípulos tentaram afastar os pequenos, Ele disse: "Deixai vir os meninos a mim, e não os impeçais; porque dos tais é o reino de Deus" (Mc 10.14). "E, tomando-os nos seus braços, e impondo-lhes as mãos, os abençoou" (Mc 10.16). O bebê que foi levado à Casa de Deus é o Salvador que recebe os bebês que chegam a ela. A graça vai na frente: Ele chama, Ele abraça, Ele abençoa — e a família responde trazendo.
Para esta turma, tudo isso cabe numa frase que a professora repete: "Esse bebê é Jesus, o Salvador. Jesus ama você." O bebê não vai entender lei, redenção nem profecia. Mas vai crescer sendo recebido com alegria na Casa de Deus, e ouvindo, desde pequenino, o nome de quem o recebe ali.
Aplicação Prática
Uma ideia só, gesto e frase juntos. Braços ninando e "Olha o bebê Jesus! Que lindo!". O corpo guarda o que a cabeça ainda não entende.
Todo bebê que chega é recebido como Simeão recebeu Jesus. Com alegria, no colo, pelo nome. Não importa quem trouxe, se faltou três domingos, se foi apresentado ou não. "Quem ama você trouxe você" é a frase da porta.
Abençoar é falar bem. Simeão louvou a Deus e abençoou a família (Lc 2.28,34). Em casa e na sala, o bebê ouve, antes de entender palavra, uma voz mansa dizendo que Deus o ama.
Apresentar não é batizar. A família consagra a criança e agradece a Deus; o batismo vem depois, por imersão, quando ela crer. E quem salva é Cristo, nunca o rito.
Cuide do material antes de cuidar da fala. Boneco de pano sem botão e lavado, coroa inteira na mão da professora, formas grandes no lugar dos pedacinhos, cola na mão do adulto, nenhum glitter solto. Dois adultos na sala, porta aberta ou visor.
Oração Final
Papai do Céu, obrigado porque enviaste o teu Filho, e Ele nasceu bebezinho, pequeno como os pequeninos desta turma. Obrigado por José e Maria, que levaram Jesus à tua Casa, e por Simeão e Ana, que viram nEle a tua salvação e te deram graças. Obrigado porque aquele bebê é o Salvador, que cresceu, morreu pelos nossos pecados e ressuscitou ao terceiro dia. Abençoa cada criança desta sala, e cada pessoa que cuida delas — os pais, os avós, os tios, as famílias que adotaram. Dá a cada casa um colo cheio do nome de Jesus. E que cada pequenino cresça sabendo que na tua Casa é recebido com alegria, e que Jesus o ama. Em nome de Jesus, amém.
Soli Deo Gloria — a Escritura governa; todo o resto, de joelho.
Perguntas Frequentes
Apresentar a criança na igreja é a mesma coisa que batizar?+
Não. Na Assembleia de Deus a criança é apresentada: a família a leva à frente da igreja, o pastor ora por ela e a consagra ao Senhor, e a igreja agradece a Deus por aquela vida. É o que Jesus fez com as crianças que lhe trouxeram: "E, tomando-os nos seus braços, e impondo-lhes as mãos, os abençoou" (Mc 10.16). O batismo é outra coisa: é por imersão, para quem já crê em Jesus e decide segui-lo — "Quem crer e for batizado será salvo" (Mc 16.16a). Por isso o bebê é apresentado agora e, quando crescer e crer, pede o batismo.
A apresentação salva o bebê?+
Não. Nenhum rito salva ninguém: "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus" (Ef 2.8). A apresentação é gratidão e entrega da família, não um selo. E a criança que não foi apresentada não está desprotegida nem é menos amada: Jesus disse dos pequeninos "dos tais é o reino de Deus" (Mc 10.14). O que a apresentação faz é colocar a família de joelhos, diante da igreja, pedindo a Deus para criar aquela criança perto dEle.
Meu filho não foi apresentado. Ainda dá tempo?+
Dá, e sem nenhuma vergonha. Não existe idade certa nem prazo vencido. Converse com o pastor da sua igreja e ele combina o melhor domingo. Vale para toda família: pai e mãe juntos, só a mãe, só o pai, os avós que criam o neto, a família que adotou. Quem ama e cuida da criança pode apresentá-la ao Senhor.
O versículo da revista está diferente da minha Bíblia. Qual eu uso?+
A revista traz "[...] Este menino foi escolhido por Deus [...]", que são palavras de outra tradução, cortadas no meio. Na Almeida Corrigida Fiel o versículo inteiro é: "E Simeão os abençoou, e disse a Maria, sua mãe: Eis que este é posto para queda e elevação de muitos em Israel, e para sinal que é contraditado" (Lc 2.34). Com o bebê, ficamos só com o começo, que é a bênção: "E Simeão os abençoou" (Lc 2.34a). O resto é para os adultos lerem e entenderem em casa.
Quem foram Simeão e Ana na apresentação de Jesus?+
Dois servos de Deus que estavam no templo de Jerusalém naquele dia. Simeão era "justo e temente a Deus", e "o Espírito Santo estava sobre ele" (Lc 2.25); ele pegou o bebê Jesus nos braços e louvou a Deus (Lc 2.28). Ana era profetisa, "filha de Fanuel, da tribo de Aser" (Lc 2.36), e "dava graças a Deus, e falava dele a todos os que esperavam a redenção em Jerusalém" (Lc 2.38). Os dois reconheceram naquele bebê o Salvador prometido.
Por que a lição diz "igreja" se Jesus foi levado ao templo?+
Porque a lição é para bebês de 0 a 2 anos, e a palavra que eles conhecem é "igreja", a Casa do Papai do Céu, o lugar aonde eles vão. A Bíblia diz que José e Maria levaram Jesus "a Jerusalém, para o apresentarem ao Senhor" (Lc 2.22), no templo. O professor sabe a diferença; a criança aprende que Jesus também foi levado à Casa de Deus, igual a ela.
Guia do Professor
Essência da aula
O Papai do Céu mandou Jesus, que nasceu bebezinho; José e Maria levaram o bebê Jesus à Casa do Papai do Céu, e Simeão e Ana ficaram felizes — esse bebê é o Salvador, e eu também sou recebido com alegria na Casa de Deus.
Mapa da aula
| Tempo | Etapa |
|---|---|
| 0–8 min | Boas-vindas na porta, cada bebê chamado pelo nome; quem estranha fica um pouco no colo da família |
| 8–14 min | Louvor: "O bebê vai à igreja", ninando um bebê imaginário |
| 14–20 min | Comece assim: a caixa com o bebê enroladinho + o versículo e a coroa |
| 20–27 min | História com as figuras 9.1, 9.2 e 9.3: Jesus nasceu bebê, José e Maria cuidavam, a ida à Casa do Papai do Céu, Simeão e Ana felizes |
| 27–33 min | Dinâmica "Quem chegou na Casa do Papai do Céu?" e o boneco passando na roda |
| 33–38 min | Oração e lanche |
| 38–45 min | Atividade (abraçar o boneco para os bebês, enfeitar a coroa para os maiores), despedida e a Lição de Casa com as famílias |
Comece assim
Sente-se no chão com uma caixa fechada no colo. Dentro dela, o boneco de pano enrolado numa mantinha clara, e a coroa de EVA dourado à parte. Balance a caixa bem devagar e diga, com voz mansa: "Olha a nossa caixa! Hoje eu vou balançar bem devagarinho, porque tem uma coisa aqui que precisa de muito carinho. Vamos abrir? Um, dois, três..." Abra devagar, tire o boneco e nine no colo: "Olha! Um bebezinho, enroladinho na mantinha! Quem será esse bebê?"
Espere os olhinhos arregalados, a mão esticada, um "nenê!" dos maiores. Nesta idade é assim que respondem. Nine pra lá e pra cá e diga: "Esse bebê representa o bebê Jesus!" Tire a coroa da caixa e coloque na cabeça do boneco: "Olha! Ele tem uma coroa, porque é o maior de todos os reis." Aí vem o versículo. A revista traz um recorte com outras palavras — "[...] Este menino foi escolhido por Deus [...]" —, e no site o versículo está na Almeida Corrigida Fiel, só no começo, que é a bênção: "E Simeão os abençoou" (Lc 2.34a). Recite devagar, ninando, e diga para a criança: "Simeão falou coisa bonita para a família do bebê Jesus!" Antes de o boneco ir para as crianças, a coroa volta para a caixa.
Ponto 1 — Jesus nasceu bebezinho
- Na revista: o começo do momento da história bíblica, com a figura 9.1, e o momento do versículo com os bebês ("Jesus é o Filho de Deus. Ele nasceu como um bebezinho").
- O que ensinar: o Papai do Céu enviou o Filho dEle, Jesus, e Ele nasceu como um bebezinho bem pequeno, igual às crianças da sala. Para os bebês até 11 meses, basta o nome "Jesus", o boneco no colo e o seu rosto feliz.
- Versículo-âncora (ACF): "Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor" (Lc 2.11). Esta frase é sua; para a criança fica "Jesus nasceu bebezinho, igual a você".
- Pergunta-chave: "Quem é esse bebê?" (aponte para o boneco) "É Jesus!"
- Respostas prováveis (+ aprofundamento): o dedinho apontando, um "nenê!", um "Je-sus" dos maiores, o bebê que só olha. Aprofunde: "E Jesus era pequenininho igual a quem?" (aponte para a criança) "Igual a você!"
- Se ninguém falar: soletre você mesma, batendo uma palminha a cada sílaba: "Je-sus!" Junte as mãos bem pertinho, mostrando o tamanho do bebê, e repita devagar: "Pequenininho... igual a você."
Ponto 2 — José e Maria levaram Jesus à Casa do Papai do Céu
- Na revista: o meio do momento da história bíblica, com as figuras 9.2 (José e Maria cuidando do bebê) e 9.3 (a ida à igreja).
- O que ensinar: José e Maria amavam o bebê Jesus e cuidavam dele todos os dias. Um dia, pegaram Jesus no colo e levaram Ele à Casa do Papai do Céu, para uma oração especial. E até hoje as famílias trazem os bebês para a igreja.
- Versículo-âncora (ACF): "E, cumprindo-se os dias da purificação dela, segundo a lei de Moisés, o levaram a Jerusalém, para o apresentarem ao Senhor" (Lc 2.22). Esta frase é sua; para a criança fica "levaram o bebê Jesus na igreja".
- Pergunta-chave: "Para onde José e Maria levaram o bebê Jesus?" (aponte para a sala) "Para a Casa do Papai do Céu!"
- Respostas prováveis (+ aprofundamento): os braços ninando, um "igreja!" dos maiores, a palminha. Aprofunde: "E quem veio à Casa do Papai do Céu hoje?" (aponte para cada um) "Você veio! E você!"
- Se ninguém falar: nine o boneco e ande devagar até a porta da sala e de volta, dizendo: "José e Maria levaram o bebê Jesus... para a Casa do Papai do Céu!" Depois diga, olhando cada criança: "Quem ama você trouxe você também."
Ponto 3 — Simeão e Ana ficaram felizes
- Na revista: o fim do momento da história bíblica, com a figura 9.3 (Simeão e Ana), e o momento da oração ("abençoe todos os bebês da igreja").
- O que ensinar: na Casa do Papai do Céu, José e Maria encontraram dois amigos, Simeão e Ana. Simeão pegou o bebê Jesus no colo, e os dois ficaram muito felizes e agradeceram ao Papai do Céu. Esse bebê é Jesus, o Salvador, que cresceu, morreu por você e ressuscitou. Uma ideia só, dita com sorriso, sem descrever sofrimento.
- Versículo-âncora (ACF): "Ele, então, o tomou em seus braços, e louvou a Deus" (Lc 2.28), e o versículo da semana, "E Simeão os abençoou" (Lc 2.34a). Para a criança fica "Simeão pegou Jesus no colo e ficou feliz".
- Pergunta-chave: "Simeão ficou feliz ou triste?" (sorriso bem grande) "Feliz!"
- Respostas prováveis (+ aprofundamento): o sorriso que imita o seu, a palminha, o bebê que ri do seu rosto. Aprofunde: "E quem fica feliz quando você chega na igreja?" (abra os braços) "Todo mundo!"
- Se ninguém falar: levante um dedo e diga "Simeão!", levante outro e diga "Ana!", e faça os dois dedos "pularem" de alegria. Depois nine o boneco e diga, bem baixinho: "Olha o bebê Jesus... que lindo." Emende na oração da revista, em partes, e comemore o amém de qualquer jeito que vier.
Dinâmica
- Objetivo: viver com o corpo a cena da semana — o bebê chega à Casa do Papai do Céu e é recebido com alegria, no colo, pelo nome.
- Materiais: o boneco de pano (sem coroa) e, se tiver, um segundo boneco ou uma naninha macia. Nada mais.
- Passo a passo: sente com a turma em roda no tapete, as auxiliares sentadas na roda também. Nine o boneco e diga: "Quem chegou na Casa do Papai do Céu? O bebê Jesus! Que alegria!" Bata palminhas. Depois, faça a mesma festa para cada criança, uma por uma, pelo nome: "E quem mais chegou na Casa do Papai do Céu? A (nome)! Que alegria! Jesus ama a (nome)!" Todo mundo bate palminha. Quem quiser, nina o boneco um pouquinho e passa para o adulto do lado. Ninguém é chamado para ir ao meio da roda, e quem está chorando ou dormindo também recebe a festa, no colo de quem o segura. Termine cantando o "eu também quero ir" do louvor, apontando para cada um.
- Amarração (volta ao texto): "José e Maria levaram o bebê Jesus à Casa do Papai do Céu, e Simeão e Ana ficaram felizes. Aqui todo mundo fica feliz quando você chega. E sabe quem é aquele bebê? Jesus, o Salvador! Jesus ama você."
Amarração + desafio da semana
- Amarração: "O Papai do Céu mandou Jesus, que nasceu bebezinho, igual a você. José e Maria levaram Jesus à Casa do Papai do Céu, e Simeão pegou Ele no colo, louvou a Deus e abençoou a família. Esse bebê é Jesus, o Salvador, que cresceu, morreu por você e ressuscitou. E na Casa do Papai do Céu você também é recebido com alegria. Olha o bebê Jesus! Que lindo!"
- Desafio: pais, ou quem cuida da criança, façam juntos. No sábado à noite, com o bebê no colo, separem uma coisa dele para levar à Casa do Papai do Céu no domingo — a roupinha, a naninha, a fralda, a Bíblia infantil se tiverem — e, enquanto separam, digam para ele: "Amanhã nós vamos levar você na Casa do Papai do Céu, igual José e Maria levaram o bebê Jesus!" No domingo, tragam o bebê e contem à professora o que separaram e quem o trouxe. Usem o que já têm em casa: não precisa comprar nada. Domingo, volte com a história. (Cobre no domingo seguinte: na porta, pergunte a cada família o que separou e quem trouxe a criança. Comemore qualquer resposta — veio com a avó, veio com a vizinha, veio sem nada na mão: chegou, e isso já é a festa. Se a família não puder vir naquele domingo, a tarefa vale para o domingo em que vier; ninguém é cobrado pela falta.)
Kit do professor
- Antes: leia Lucas 2.21-38 inteiro durante a semana, parando nos versículos 22, 28, 30 e 38, e leia também Marcos 10.13-16. Deixe "Esse bebê é Jesus, o Salvador. Jesus ama você" na ponta da língua. Se houver vídeo-aula desta lição, assista antes. Lave o boneco de pano e confira: olhos e boca bordados, nada de botão, laço ou peça que se solta. Faça a coroa de EVA dourado numa peça só, sem pontas duras e sem glitter solto. Recorte as coroas de cartolina e as formas grandes de EVA para a atividade dos maiores, e separe a fita larga e a cola branca atóxica. Prepare os envelopes com bilhetinho para quem faltou. Confirme as alergias na ficha de cada bebê. Faça a vistoria da sala e combine a regra de sempre haver dois adultos na sala, com porta aberta ou visor. E se algum pai perguntar se apresentar o filho é o mesmo que batizar, a resposta é não: a Assembleia de Deus apresenta e consagra a criança, como Jesus abençoou as crianças (Mc 10.16); o batismo é por imersão, de quem já crê (Mc 16.16a); e quem salva é Cristo, pela graça, por meio da fé (Ef 2.8). Se a família quiser apresentar a criança, encaminhe com alegria ao pastor — sem pressa e sem cobrança.
- Leve: Bíblia ACF, o boneco de pano enrolado numa mantinha clara, a coroa de EVA dourado, a caixa do Comece assim, as figuras 9.1, 9.2 e 9.3, um segundo boneco ou uma naninha, as coroas de cartolina com fita larga, as formas grandes de EVA, a cola branca atóxica, lenço umedecido e o lanche autorizado. Não leve pedacinhos de EVA, glitter, lantejoula, pedrinha nem boneco com peça que solta.
- Ore antes: agradeça ao Senhor porque Ele enviou o Filho, que nasceu bebê e foi levado à Casa de Deus por amor. Peça olhos como os de Simeão, que viu a salvação de Deus no colo, e uma boca como a de Ana, que dava graças e falava de Jesus. Ore pelo nome de cada criança e de quem cuida dela — inclusive das que faltaram —, para que cada pequenino seja recebido com alegria na Casa do Papai do Céu e cresça ouvindo o nome de Jesus.
Lição de Casa
Sua missão da semana
Pais, ou quem cuida da criança, façam juntos. No sábado à noite, com o bebê no colo, separem uma coisa dele para levar à Casa do Papai do Céu no domingo — a roupinha, a naninha, a fralda, a Bíblia infantil se tiverem — e, enquanto separam, digam para ele: "Amanhã nós vamos levar você na Casa do Papai do Céu, igual José e Maria levaram o bebê Jesus!" No domingo, tragam o bebê e contem à professora o que separaram e quem o trouxe. Usem o que já têm em casa: não precisa comprar nada.
Por quê
José e Maria cuidavam do bebê Jesus todos os dias, e foram eles que o levaram à Casa de Deus: "o levaram a Jerusalém, para o apresentarem ao Senhor" (Lc 2.22). Bebê não chega sozinho à igreja; chega no colo de quem cuida dele. Quando o seu filho vê a família preparar com carinho a ida à Casa do Papai do Céu, ele aprende, antes de qualquer palavra, que ir lá é coisa boa e esperada. É o caminho que Jesus abriu: "Deixai vir os meninos a mim, e não os impeçais" (Mc 10.14).
Como saber que você fez
Na véspera, vocês separaram uma coisa do bebê e disseram a frase para ele; no domingo, contaram à professora o que foi e quem o trouxe. Se a família não puder vir nesse domingo, a tarefa vale para o domingo em que vier.
Domingo, volte com a história
A aula que vem começa na porta, com cada família contando o que separou e quem trouxe o bebê à Casa do Papai do Céu.
















